Porque Something

Something é uma das melhores dos Beatles. E é uma das melhores músicas do melhor dos Beatles, o George. E Something está presente num dos ...

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Eu que escrevi!

Alguns sites estão tentando levantar o moral do governo, dizendo e tentando justificar a PEC 241, que ela não vai mexer na saúde e nem na educação.
As justificativas não têm se sustentado... Um jornalista aí disse que a PEC não vai reduzir a grana da saúde e da educação. Pelo contrário, vai trazer mais confiança e crescimento gerando empregos! E muita gente engoliu esse discurso, mas pera!
Emprego não é contrário de saúde e educação!
Sem saúde não há empregado que güente e sem educação não há qualificação! Me parece que o peão continua peão - isso se não tiver o azar de ficar doente - e deve agradecer a Deus por isso e ao governo golpisto, claro!
Não é porque haverá emprego que haverá saúde e educação! Não consigo entender como esse discurso convenceu tanta gente, sério!
Ou seja, eles podem até dar aquela aliviada no coração, quando você lê que não vai mexer com saúde e educação mas se você analisa, percebe que eles não te deram garantia nenhuma de que não vão mexer na saúde e na educação. No máximo, eles tentam te mostrar um outro lado que parece mais bonitinho pra vc ficar lá admirando enquanto o tratorzão derruba tudo pelas suas costas, enquanto vc se distrai.

Leio hoje outro com este título: "Ministro desmente boatos: PEC do Teto não cortará verba da Saúde e da Educação" que ja começa dizendo que Dilma excluiu o pgm Farmácia Popular e nenhum esquerdista gritou mas querem fazer com que você acredite que o problema está no governo golpisto (claro q ele não chama de golpisto, isso é licença poética minha) mas não está! Diz que o corte de verbas vem do governo Dilma, q mascararam e vc n viu.
Agora vamos as verdades: O pgm Farmácia Popular não foi excluído - por isso ninguém gritou. u.u
O pgm passa por problemas com contratos na CEF desde 2014. Mas eu conheço MUITA gente que continua sendo atendido pelo Farmácia Popular então... o problema com a CEF e os contratos está se estendendo vergonhosamente sim mas não foi excluído e nem mesmo deixou de assistir a população, okay? okay!
Na real, esse discurso abre precedente para que, às escuras, o programa seja sim cancelado pois uma parte da população se informa mal, acaba por acreditar que o programa já foi cancelado por Dilma. O que repito, não é verdade.
Isso você pode ver aqui, no link da CBN: http://cbn.globoradio.globo.com/editorias/pais/2016/10/03/GOVERNO-SUSPENDE-RENOVACAO-DE-CONTRATOS-DO-PROGRAMA-AQUI-TEM-FARMACIA-POPULAR.htm

E atenção pra maldade! O texto diz que o governo não vai cortar verba da saúde e começa assim, com mentirona. Mentirona esta que não dá garantias de que não haverá cortes na saúde e na educação! É mais uma vez uma distração para os teus olhinhos e tua cabecinha se perderem...
Daí ele finaliza dizendo que o ministro da saúde desmente boatos e só. Quando, onde, como vc só vai (quase) saber se ler a matéria e clicar no link q vai pra esta matéria do Estadão: http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,saude-e-educacao-nao-perderao-recursos-com-a-pec-241-diz-ministro,10000080797
Mas como vc já ficou bravo com a Dilma, vc nem quis se aprofundar e foi logo compartilhando o paranauê. Vc nem se deu ao trabalho de verificar que Dilma não cortou o pgm q ele diz q ela cortou... enfim...
No link, o ministro diz que há outros setores que podem sofrer cortes - não diz quais e na boa, se saúde e educação estão tão 'protegidos' pelo governo, por que então eles já não foram retirados do texto, ou colocados com destaque e dando reais garantias de que não sofrerão cortes?
Ele também diz que o ministério está reorganizando áreas e conseguiu reduzir custos em 33%! Sabe como? Demitindo pesquisadores e cancelando bolsas! - ótima área pra se mexer né? Na pesquisa, claro!
Falou bonito em fazer mais por menos, reduzir despesas... Na real, vc usa o SUS? Se sim, vc sabe que não dá pra falar em redução de despesas no SUS porque ele próprio não se mantém com o pouco que tem. Agora, se vc n usa o SUS, pelo seu contato com outras pessoas e pelos noticiários, acredito que vc sabe também que não dá pra falar em redução de despesas no SUS pois ele não se mantém com o pouco que tem, né?
Novo modelo de compra que reduz os preços? Ok, acho lindo. Parabéns, se for verdade e funcionar!
Agora, quanto a judicialização da saúde... meu amigo... que discursinho, hein? Parece que o governo realmente não acredita que existam remédios caríssimos, que doença com alto custo na medicação não é 'privilégio' de rico e que realmente as pessoas não tem condições de arcar com os custos de medicação!
Eita, que ele quase foi embora fazendo a gente esquecer da PEC 241 e das garantias de que não vão tirar da saúde e da educação!
Pois é, ele não deu garantia nenhuma disso. E ainda deixou no ar possíveis cortes na saúde com PEC ou sem PEC! E isso te deixa feliz? Te deixa tranquilo?

Eu penso que, se não há o que esconder, por que eles rodeiam tanto e desviam tanto do assunto?

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Os golpes que damos em nós mesmxs

Então o povo queria que a Dilma saísse para acabar com a corrupção. A Dilma saiu e a corrupção tá aí, se esbaldando na nossa cara de banquetes VIP e a gente roendo o osso!

Agora a Indonésia aprova a castração de pedófilos e vc tá aí pedindo pra que o Brasil mire no exemplo. Tá que vc vai castrar um monte de pedófilos e a pedofilia e o estupro vão continuar aí.

São medidas de uma população desesperada, imediata! E isso me revolta! A pressa cega! E esse excesso de certezas que as pessoas têm, com certezas de que as medidas são/serão as melhores ever!
Como os que querem a volta da alta velocidade nas marginais, gritam contra a 'indústria da multa'...

Cara, faz muito tempo que eu não vejo um acidente feião com motociclista, por exemplo. Acredito que seja reflexo dessa medida de redução de velocidade. Os acidentes não são mais tão feios. As vítimas nem sempre são fatais. Os gastos com manutenção de autos são menores, o trânsito tem fluído melhor, mas as pessoas querem ter pressa. A pressa virou algo assim, normal.

Temos pressa em opinar, pressa em saber as respostas, pressa em comunicar... isso é foda!

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Aos/As amigxs que compartilham demonstrações de indignação, expressas por violência, como o caso da agressão a Janaina Paschoal, a Gleisi Hoffmann, Eduardo Cunha... Não acho certo e nem legal, cara!
NENHUMA VIOLÊNCIA É JUSTIFICATIVA OU JUSTIFICÁVEL!!! Ainda mais se são atos individuais, filmados propositalmente para serem veiculados nas redes sociais...
Não são estes atos que nos tornam heróis mas na real, nos diminuem. Fico pensando... será realmente que essas pessoas sabem como (se) foram afetadas pelas medidas, corrupções destas pessoas? Será que elas agem assim com qualquer tipo de injustiça que sofrem? Inclusive aquelas mais diretas: um atraso no salário, uma fila furada.. Enfim, não acho nada digno ficar legitimando violências e tal.

E como o pensamento me surgiu: mas você não acha digno ter violência em protesto?
Então, não acho digno. Acho compreensível que atitudes massivas, movidas por paixões e fúrias possam sair do controle e, diante do enfrentamento nada amigável de quem deveria manter a ordem, fica mais fácil ainda de compreender, pela minha visão.

E, acho que o massivo é difícil de controlar - não impossível. O individual deveria ser controlável, sendo estranho o descontrole, isso sim!
Acho que uma pessoa, sozinha, se descontrolar e partir para a violência, algo meio inexplicável (meio porque alguém deve conseguir explicar) e tal comportamento, para mim, não deveria ser compartilhado como ato heroico.

Ainda mais se formos pensar no retorno! Esse retorno, parece que está cada vez mais distante da mente das pessoas mas cada vez mais perto da cara delas! Ninguém pensa na consequência, no revide! Há consequências, fato!
Se você é permissivo com esta atitude de cá, porque você condena a de lá? Se você aplaude quem bate na Letícia Sabatella, deveria também compreender o direito de bater na Janaina Paschoal. Só que não é assim! Se você bate no Cunha, vira herói. Se você bate no Lula... aaaah aí são outros quinhentos! Mas deveriam ser? Deveria haver aplausos para qualquer uma dessas atitudes?

Entendo a indignação. Não entendo a violência.

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Sobre conexões

Acho que a gente anda muito exclusivão! Muito imediatista e lacrador!

Explico

Tem muito post sem conteúdo, sem reflexão, mas com frases arrematadoras, de impacto, que não fazem a pessoa pensar muito e simplesmente 'curtir'.
A rede social não faz pensar. Faz curtir. E anda meio complicado tentar estabelecer diálogos na rede social. Bizarro, não? rsrsrs
É muita opinião. Muito exibicionismo.

Tipo aquela coisa do 'Tome Coca-Cola'!
Que não faz pensar mas dá vontade de tomar Coca-Cola, sabe?
Então, é tipo isso que estou falando.
Não sei se tem a ver com a adoção do consumo para nosso cotidiano, nossa cultura e que acabamos por viver publicitariamente, de marketing e propaganda ou se sou eu que ando viajandona das teorias da comunicação e tentando estabelecer uma conexão com as antropologias que me faltam estudar. rs

Sabe, eu venho tentando, mas não obtido sucesso, ao me posicionar, estimular o diálogo, o debate porque as vezes me pego muito submersa em meus ideais e posicionamentos. Acho isso prejudicial. Acho que perigoso mergulhar demais em ideias próprias. Estar com pessoas de pensamentos próximos aos meus me faz parecer que estou na chamada 'bolha' e eu posso me perder em comodidade, conformismo... estagnar. Resignar. Que indigno! rsrs

Sabe, quando eu posto algo com revolta, com raiva ou com ironia, não tô esperando likes ou um 'é isso mesmo', 'falou tudo', 'concordo, miga!', 'bem isso' e coisas do tipo. Eu quero conversar! CON-VER-SAR!!! Assim quando alguém posta algo que sou contrária e eu vou lá dar pitaco, eu quero no fundo saber como o outro lado pensa, por defender, apoiar, concordar com algo que eu opino diferente! A questão do entendimento é muito maior (se não for única) do que qualquer tentativa de lacrar.
Acho isso de lacrar bem vazio. Exceto quando se lacra com conteúdo. rsrs

E eu vejo corporações, governanças, grupos se aproveitando desses fazedores de opinião bonitinha ou bem aceita - caso do discurso da Marcela Temer, caso do aumento das velocidades para carros, caso da privatização dos parques, caso de negação à Haddad e aceitação de Dória, Escola sem partido e por aí vai... Quando a opinião é realmente sua? Quando de si vc dá para formar uma opinião e defendê-la?
Saca aquela função novelística narcotizante? que tira a gente da realidade pra fantasiar um cadim porque a real é bem foda de encarar?
Pois é. Parece que várias entidades e órgãos do governo estão fazendo uso dessa tática narcotizante mostrando tudo como belo e as pessoas engolindo sem questionar.
O problema é que estas mesmas instituições são as que deveriam dar suporte, assistência ao povo e não meter um anestésico depois de meter a faca no peito, saca? Ultimamente tá sendo assim.

Parece que entramos num estado de ordem massiva. De controle. De padrão. O que me remete as nossas influências de culturas internacionais. E também me remete a conservadorismo. Acho válido lembrar que muita coisa mudou com o avanço da extrema direita na França né? Depois eu monto um pensamento a respeito disso que está se formando aqui na cabeça, apesar de ainda não ter ganchos e explicações, tem me atormentado. A França é o centro da moda. A moda é o ponto mais alto do consumismo. O consumismo tem ganhado cada vez mais espaço... talvez esse seja o gancho mas preciso produzir melhor issaqui.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Bug

Ontem fiz um post no FB a respeito de coexistir. Com base na pintura das estátuas dos bandeirantes em SP no final de semana.

Reproduzindo:
"Sobre a pintura dos monumentos aos bandeirantes aqui em SP.
Olha, eu sei que tem uma grande parte da população que entende estes monumentos como homenagens a um período progressista, origem da nossa cidade e tal... Entendo este ponto de vista. 'Em virtude' do progresso ele não está errado. Respeito.
E também sei que tem uma grande parte da população que entende estas estátuas como representações de um período em que, o homem racional com direito de escolha, opta pela violência para justificar o progresso. Para esta parte da população (a qual me enquadro) é inaceitável que a escolha por estupro, escravidão, matança seja ostentada por anos e anos e anos através destes monumentos. Então, sabendo que existe ponto de vista diferente do teu, acho que é possível compreender que tais estruturas gigantescas levantadas pela cidade podem ser vistas como afronta e, nem mesmo deveriam existir mas existem! De um modo saudável, convivemos com estas estátuas, sem nunca intervir. Você também poderia, de um jeito saudável, entender que tal ponto de vista existe, também não é errado e respeitar.
Assim, uma ação que não abala as estruturas dos monumentos: não arranca pedaço, não retira o significado delas para os progressistas, não compromete o trabalho do artista (só precisou de agentes químicos e uma lavagem que ficou tudo como era antes, não foi?) não devia ser tão problematizada assim.
Existem grupos grandes de pessoas que defendem visões distintas sobre as esculturas e que co-existem harmoniosamente há anos. E tais visões sobre um mesmo período histórico são aceitáveis.
Acho sensacional, num mesmo monumento você ter a representatividade dos dois pontos de vista. Afinal, em tempos de violência explícita, ódios partidários, políticos e afins, vale lembrar que nossa história é marcada por violência sim e vale dar aquele peso moral pra refletirmos nossas atitudes inflamadas, por exemplo... Aquela pausa sobre o que vale em nome do progresso e sobre o quanto evoluímos para não regredir.
A pintura e a escultura, por mim, poderiam CO-EXISTIR lindamente. A pintura, transgressora e surpreendente como foi feita, remete a violação/violência e não teria o mesmo sentido fosse feita por um artista contratado, pago e tal.
INTERVENÇÃO. Intervir. Interferir numa representação histórica unilateral para que o outro lado também seja visto e contado. Então, para mim, limpar esta que poderia ser uma marca histórica e, no mínimo didática, é um passo para trás.
Concordo com Caio Blat quando ele diz: "Gostei da intervenção... podiam deixar por uns dias" - mas por mim, deixar por uns dias ainda seria pouco! Não é questão de se impor e sim de representar junto. Nada foi destruído, derrubado, se tornou irreversível.
CO-EXISTIR é algo que precisamos reaprender."

E surgiram pensamentos interessantes. Diálogos com pessoas que eu nem imaginava surgir. Gostei!
Por um lado, um migo falando que não consegue nem respeitar quem é fascista e homenageia a matança. Do outro, um migo falando que destruir a estátua é melhor porque não gera o custo da limpeza. rsrsrsrs  pessoas coexistindo. Sendo polares na discussão. Mas ao meu ver há muita euforia para julgar o outro lado. Ou muito Amor pelas tuas próprias causas, não sei.
Como dá pra ver, eu posso dizer sobre termos amigxs progressistas que não são fascistas assim como termos amigxs que sabem que o progresso não é esse conto de fadas que contam pra gente, né?
Então eu não posso me dar ao luxo de tombar para um lado só da coisa mesmo que um me motive mais...
acredito que tais oportunidades que o tempo me dá são para que eu veja que realmente sem temperança e sem cautela, tombamos para algum lado pois as polarizações estão aí e é uma linha muito tênue que separa a polarização do bom senso. Afinal, é muito conveniente termos a certeza de que nosso ponto de vista é o certo. Virarmos para o lado e chamarmos o outro de fascista ou o outro de vândalo sendo que nenhum, nem outro são. Há de se perder a intolerância nessa vida!

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Dessas coisas

Ontem conversávamos sobre situações políticas, corrupção, partidos, instituições... E a conversa começou a tomar outras dimensões e nem sei onde ou como acabamos discutindo feio!
A mãe dele já estava de saída. Ia votar e encontrar as amigas. Ele saiu. Eu fui arrumar as coisas no quarto e aproveitei e escrevi recadinho mimoso no celular que ele havia esquecido no quarto. Ele saiu e nem falou onde ia. Sim, brigamos.

Depois, quando ele voltou dizendo que não tinha adiantado nada ter saído pois não encontrou nenhum dos mimos que sabe que iriam agradar meu dia, viu a mensagem no celular e ficou feliz também. Tomamos café em paz, banho e saímos para votar. Na porta eu pensei e disse:
_ Já pensou se tua mãe conversando com as amigas diz: O Dri e a Line brigaram. E elas endagam: Mas por que? Não sei. Alguma coisa a ver com a ONU!!! rsrsrsrsrs

Sim, temos discussões sérias e idiotas mas não perdemos a ternura! hahahaha

Pegamos o mesmo bus que Paulinho Barnabé. Ele lia um livro... alguma coisa sobre o feudalismo rs

Antes de descer um grosseirão atravessou nossa conversa porque mimimimimimimi ele tinha que descer no mesmo ponto que a gente. Uma urgêêêência completamente inexplicável.

Na escola onde ele vota, entendi porque é necessária taaaanta propaganda, taaaanta informação a respeito de câmeras e fotos e celulares e urna e voto: umas mulheres saiam da sessão eleitoral indignadas porque uma mesária não deixou a moça tirar uma foto do voto dela. Mandou que apagasse!!! É difícil! rsrsrs

Andamos pela Rebouças até a Paulista. Descemos a Augusta para comer um pão de queijo com mate com açaí. Entramos no Conjunto Nacional e pra minha surpresa mais linda, Lá estavam de volta: Sancho Pança, Dom Quixote e Rocinante! *__*

Voltamos pra casa. No caminho decidimos fazer um gnocchi. Chegamos em casa e cruzamos com vizinhos novos. Fomos cordiais. Fomos ao mercado comprar os ingredientes do gnocchi. Que virou uma porcaria - inda bem que o migo dele que chamamos pro rolê já tinha outro esquema, se não seria muita vergonha! rsrsrsrs Fizemos macarronada e foi o que teve pro dia.
Teve outra briga na hora de fazer o gnocch também. Descobrimos que umidade faz a massa desandar e eu chorando sobre a vasilha em que amassava as batatas poderia contribuir para que tudo ficasse muito horrível mesmo. Ficamos bem depois. Sempre ficamos. Assistimos ao filme de fim e domingo na Globo e depois fomos dormir.

Ele queria ver as crianças. Eu sabia que não daria tempo. Mas tudo bem. Temos tempo pra tudo. ^_^