Crises de choro injustificáveis, desânimo... não é bom.
Acho que nunca vou me adaptar a esses altos e baixos da depressão. E como disse num post láááá pra trás... Não acredito que a depressão seja uma questão de cura. É uma questão muito forte de controle. De um nível hard de auto-conhecimento para se prever e contornar.
Infelizmente eu ainda não sou dotada de tamanha evolução a ponto de prever minhas crises, e evitá-las. Eu ainda mergulho.
Talvez com a yôga as coisas mudem. E eu consiga ter um pouco mais de equilíbrio.
Finalmente terminei de assistir A Teoria do Tudo. Que filme lindo! Gosto dessas histórias de pessoas reais que erram com sensibilidade... E que superam. E que são seres humanos incríveis! Tanto a Jane quanto Stephen, no caso.
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Achei tão bonitinha e sensata essa frase do Artur da Távola
"O Amor é grande , mas não são dois.Estou sentindo uma perturbação sobre Zuenir mas não me recordo de nenhuma frase de Zuenir que fale sobre o Amor assim do jeito que estou pensando dizer... Sobre o erro de achar que é Amor aquilo que de Amor nada tem.
Tem que saber se aquele Amor faz bem ou mal;
se não fizer bem, não é Amor.
É preciso convocar uma turma de sentimentos para amparar esse Amor que carrega o ônus da onipotência.
O Amor pode até nos bastar, mas ele próprio não se basta!
Um bom Amor aos que já têm! Um bom encontro aos que procuram! E felicidade a todos nós!"
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Enfim... sobre outras coisas que estou pensando também...
Quando meus queridos mentores intelectuais, espirituais mostram pra mim o porquê de acreditar neles! <3
Sobre aquele pensamento do espetáculo da violência que se torna entretenimento e se passa por cultura em detrimento da qualidade das manifestações culturais do local, das referências culturais, do repertório cultural. -> Eu sonhei ou eu falei sobre isso no blog? Já nem sei, tem tanta coisa nessa cabeça que uma Penseira só não tá dando conta!
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Estou com sentimento de impotência. Parece que não temos mais por onde encontrar as mentiras! Que raiva! Estou com tanta raiva do guri, da guria quenga lá... Por que a gente sabe o que é a coisa certa a fazer mas não tem as técnicas, meios... Grrrr!!!!! q rai-va!
Sabe, n me sai da cabeça aquele diálogo em casa:
_ Posso te falar uma coisa?
_ Tá.
_ Quando aquela menina me largou lá do lance da Petrobrás, sabe que eu te falei?
_ Aham.
_ Eu comecei a estudar, a ler um monte de coisa sobre métodos de conquistas e só queria mesmo usar as pessoas. Não tava nem aí. Eu nem ligava para o que a outra pessoa estava sentindo mas eu sabia que ela estava gostando de mim e dava um pé na bunda. Não queria nem saber. E sabe como eu melhorei, quando minha cabeça mudou e eu consegui ficar mais tranquilo? Quando a minha filha nasceu. Antes, eu só usava as mulheres. Fazia questão de ver a menina apaixonada pra depois largar.
_ Vc tá fazendo isso comigo???
_ Não. Claro que não. Só estou te contando porque achei que ia ser bom falar.
_ Que bom então.
Lembro que ele falou alguma coisa sobre borderline. Não lembro se eu falei alguma coisa pra ele antes a respeito de síndrome de borderline. Enfim... n sei pq essa conversa n sai da minha cabeça.
Mas faz muito sentido lembrar desse lance borderline.
Aaaai essa mania de querer consertar o mundo! Vontade de falar com o guri, vontade de xingar muito a guria quenga! E o que isso tem a ver contigo, Dona Aline???
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É difícil fazer o mundo perceber que as coisas tem solução e tal...
N tô legal hj mesmo n. Aqueles pensamentos ruins sobre vida e morte já começam a passar...
Tenho muito medo de mim assim.
Hj li algo do maravilhoso Rubem Alves que ele falava sobre saúde mental e citava esse moço como um de seus mentores. O trecho fascinante é bem esse:
"Wittgenstein se alegrou ao saber que iria morrer em breve: não suportava mais viver com tanta angústia."
Viver as vezes é macio. Eu sei.
Mas viver, em picos como este... as vezes é a pior das angústias.
Dá muito medo. Penso que preciso tomar um rumo urgente pra resolver isso mas de que jeito? Estou tão cansada do que já foi, do que já tentei... não vou voltar as terapias, já digo logo! E tb n vou voltar às medicações. No máximo, acho que esporadicamente-quase-nunca, um baseado do bom faria bem.
Oooh Aline, vc fuma um?? Nop. Yep. Maybe... rsrs
Vai ter um post sobre isso ainda... eu e minha relação com as drogas lícitas, ilícitas, viciantes e o meu não-vício.
N estou mais com vontade de escrever. E tinha mais um monte de coisa pra botar aqui.
Essa sensação ruim n vai passar tão logo. Com uma ideia fixa perturbadora de tentar falar com o guri mas nem sei ainda o que dizer, então... sei lá. Só queria que ele resolvesse procurar ajuda. De verdade, acho que ele não faz por mal. Acho que ele tem mesmo um distúrbio complicado aí... Borderline se encaixa muito bem. E teve o lance dele já ter dito algo a respeito...

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