Eu não sei bem como as pessoas me vêem mas certamente elas não me enxergam da maneira como eu realmente sou.
Acho que por muitos lá em minas eu sou vadia. Muita gente conhece os caras que ficavam comigo e normalmente a gente ficava 'pra valer'!
Sei que a minha lista é extensa mas não há de ser tão grande quanto a que contam por lá. Mas nem ligo. Sinceramente, não ligo pra fama que carrego - ou não. Quando estou lá, estou tão focada na casa, em mim, na conexão com a natureza que é tão escassa aqui em SP. E aqui eu tenho, invento, encontro quantos amores e trepadas boas eu quiser - estou namorando agora então nem tô procurando mas eu sei que é só dobrar a esquina que se encontra sim. - o que eu quero dizer é que romance é o que eu não procuro em minas mais. Nem aceitação. Nem fama. Nem destaque em qualquer coisa não. Lá é meu descanso. Meu spa, meu mundinho particular de relaxamento.
Eu não sou uma mina que trai. Pelas péssimas experiências que tive, acho que jamais serei essa mina.
Hoje eu estou bem certa do que eu quero de romance, com quem eu quero estar. Não significa que eu seja a pessoa super bem resolvida e realizada nessa área da vida - em nenhuma área na verdade. Simplesmente quero dizer que eu estou bem como eu estou. Que não busco mais nada. Sei do toque que eu gosto, sei de como eu gosto de beijar, onde eu gosto de ir, que tipo de programação eu curto. Estou tranquila comigo, só isso. Só resolvi aceitar meus gostos e as coisas aqui dentro como 'ok'. Sem precisar da régua dos outros pra medir. Tá ok gostar de Ligetti e gostar de Pablo Vittar rsrs
Tá ok gostar de moda e não gostar também. Tá ok comer coisa chic e gostar e comer coisa pobre e gostar também.
Eu passei muito tempo achando que eu não tinha nada a oferecer. Perdida, tentando me preencher.
Me apeguei a pessoas erradas, falsas, ruins, superficiais, vazias. Me vi experimentando de tudo antes que o mundo acabe. Quase fiz sexo grupal. Misturei ervas e comprimidos e muito álcool na vida.
Me perdi numa aposta. Fui para apês em coberturas que não faço a menor ideia de quem era... Transei com caras que no meio da transa me vi sem saber o nome deles. Encontrava gente nova na balada e já virava miguxos, botecos e ruas... comidas sem procedência alguma...
A pior viagem de todas foi de ácido. Nunca mais tomo ácido na vida!
Mas também, nem tudo foi junk na vida. Também confiei em desconhecidos e descolei lugares firmeza, pessoas bacanas pra vida, me atrevi a a misturar o virtual e o real e conheci gente legal, lugares legais... Histórias... cada história!
Isso assim é a minha vida. Descobertas, loucuras, histórias de gente de todo tipo.
As vezes parece que eu preciso de um relacionamento sério pra não endoidar.
E as vezes fico pensando: quando é que vão perceber que eu sou louca? Família jamais desconfia de tantas sandices na minha vida. Na família e nos amigos próximos, raros os que sabem dessa vida junkie total!
As vezes me sinto a banda podre de Serena Van Der Woodsen rsrsrs - sempre precisando de um relacionamento sério para me salvar.
Devaneios... Reflexões mais divertidas (ou não) sobre episódios de uma vida normal. Um pouco de verdade, um pouco de mentira, um misto de desejo e sonho. E problematizações! E crises existenciais! Enfim, pensamentos soltos, o lado Odara e o lado Malévola no mesmo lugar porque aqui não precisa explicação! E eu posso ser tudo! ☆Starring: Aline Neves Nakayama☆
Porque Something
Something é uma das melhores dos Beatles. E é uma das melhores músicas do melhor dos Beatles, o George. E Something está presente num dos ...
segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
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