Eu sempre penso em listar estes nomes que eu gosto, pra quando, um dia, resolver ter um filho, já ter uma lista de nomes ótimos e sempre esqueço. Ou acho que esqueço porque talvez eu lembre mas se esqueci que lembrei e acabei fazendo uma lista já... continua essa bagunça!
Bento
Noah
Gabriel
Flora
Alice
Ananda
Devaneios... Reflexões mais divertidas (ou não) sobre episódios de uma vida normal. Um pouco de verdade, um pouco de mentira, um misto de desejo e sonho. E problematizações! E crises existenciais! Enfim, pensamentos soltos, o lado Odara e o lado Malévola no mesmo lugar porque aqui não precisa explicação! E eu posso ser tudo! ☆Starring: Aline Neves Nakayama☆
Porque Something
Something é uma das melhores dos Beatles. E é uma das melhores músicas do melhor dos Beatles, o George. E Something está presente num dos ...
quarta-feira, 30 de agosto de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
Eu não sei se vou parar de comer carne
Cara, eu cresci numa zona mista: rural e urbana interagindo. Eu vi muita terra ser tomada pela soja, pela cana... Eu vi o boom da soja acontecer e eu não gosto de soja.
A minha relação com os animais é um tanto quanto selvagem, eu poderia dizer.
Eu era criança e acordava com barulho de abate de porco, ia lá e comia banha crua com limão e sal!
Eu escutava o barulho do porco e já sabia que ia ter banha com limão e sal! Eu entrava no galinheiro pra pegar galinha pra minha avó matar pro almoço e por aí vai... sempre foi muito natural essa relação de vida e morte de bicho perto de mim. E de um jeito, que eu também acho meio estranho, não vejo erro em dar nome, fazer carinho e depois matar pra comer - eu dava banho nos porcos. Eu não sofro por chineses comerem cachorros...
O meu problema com relação a carne animal está na indústria. Na produção industrial que não faz sentido quando a gente volta a lembrar que carne vem de seres vivos e não existe produção industrial de vidas...
Mas aí me vem a indústria da soja para produzir carne vegetal. Eu vi devastações de solo causadas pelo plantio exaustivo de soja. E a gente sabe que Mato Grosso e afins virou tudo soja. Então entre a indústria da carne animal e a indústria da carne vegetal... eu abomino as duas! rs
Aí vem aquele pessoal: ah mas se vc tivesse que matar o bicho, vc não comeria carne! Cara, sinceramente? Se eu tivesse que matar o bicho, eu comeria carne! Eu aprenderia a matar o bicho!
Só que, estes são referenciais pessoais meus, entende? Eu não vou impor isso a ninguém. É muito particular meu. E nem vou discutir pra pedir que entendam!
Assim como acho muito porre o pessoal vir cagar regra vegana pra cima de mim. Se os argumentos fossem legais, mas cara... contradiz muita coisa que eu sei, contradiz muitos valores que não foram imputados a mim então não vale pra mim.
E, além desse repertório total roots que eu tenho de criação, ainda vem aquele outro lado da verdade que aprendi com o tempo, com os estudos ambientais - lugar onde caí totalmente de para-quedas e vira e mexe me chama me chama me chama e eu recuso rsrsrs - cara, o lance não está totalmente em ser vegano ou vegetariano - PARA MIM! Leia sempre PARA MIM! Este espaço é meu, de pensamento, de profundezas, de intimidade ~ com eu sempre gosto de usar: MEU INFINITO PARTICULAR mora aqui ~ - eu não acredito que trocar a indústria da carne animal pela indústria da carne vegetal vá surtir algum efeito super topzera de equilíbrio ambiental e meu lance é muito mais de equilíbrio ambiental do que de sofrimento do bicho - vide o que escrevi aí pra cima tudo. Voltando a questão da INDÚSTRIA. Man, eu odeio a indústria rsrsrs
E trocar o pasto pela plantação devastadora, trocar o consumo de carne por transgênico... sei lá né?
Me parece meio incoerente vc cagar pra tua saúde, comer transgênico adoidado (soja, milho) porque tá com dó do bicho. Tipo, se mata mas não mata o bicho. E vem aquele pessoal, que fala: aaah mas vc mima um e mata o outro - filhão, como vc acha que a tua plantação de carne de soja se fez? Teve desmatamento não? Teve bicho morto pra dar lugar pra ela não? Eu mimo um, mimo o que vou comer e vejo o desmatamento de vegetação natural, lares de bichos, sendo destruídos por conta de pasto e por conta de soja e aí? É a era da incoerência, da hipocrisia, da cegueira seletiva, bebê!
Então, eu acho menos hipócrita a tal da agricultura, agropecuária familiar. Mais digno, mais puro, mais honesto e menos impactante. Seria meu sonho.
Nada de desperdício. Nada de devastação. Nada de exagero. Nada de agrotóxico. Nada de transgênico. Seria lindo!
A minha relação com os animais é um tanto quanto selvagem, eu poderia dizer.
Eu era criança e acordava com barulho de abate de porco, ia lá e comia banha crua com limão e sal!
Eu escutava o barulho do porco e já sabia que ia ter banha com limão e sal! Eu entrava no galinheiro pra pegar galinha pra minha avó matar pro almoço e por aí vai... sempre foi muito natural essa relação de vida e morte de bicho perto de mim. E de um jeito, que eu também acho meio estranho, não vejo erro em dar nome, fazer carinho e depois matar pra comer - eu dava banho nos porcos. Eu não sofro por chineses comerem cachorros...
O meu problema com relação a carne animal está na indústria. Na produção industrial que não faz sentido quando a gente volta a lembrar que carne vem de seres vivos e não existe produção industrial de vidas...
Mas aí me vem a indústria da soja para produzir carne vegetal. Eu vi devastações de solo causadas pelo plantio exaustivo de soja. E a gente sabe que Mato Grosso e afins virou tudo soja. Então entre a indústria da carne animal e a indústria da carne vegetal... eu abomino as duas! rs
Aí vem aquele pessoal: ah mas se vc tivesse que matar o bicho, vc não comeria carne! Cara, sinceramente? Se eu tivesse que matar o bicho, eu comeria carne! Eu aprenderia a matar o bicho!
Só que, estes são referenciais pessoais meus, entende? Eu não vou impor isso a ninguém. É muito particular meu. E nem vou discutir pra pedir que entendam!
Assim como acho muito porre o pessoal vir cagar regra vegana pra cima de mim. Se os argumentos fossem legais, mas cara... contradiz muita coisa que eu sei, contradiz muitos valores que não foram imputados a mim então não vale pra mim.
E, além desse repertório total roots que eu tenho de criação, ainda vem aquele outro lado da verdade que aprendi com o tempo, com os estudos ambientais - lugar onde caí totalmente de para-quedas e vira e mexe me chama me chama me chama e eu recuso rsrsrs - cara, o lance não está totalmente em ser vegano ou vegetariano - PARA MIM! Leia sempre PARA MIM! Este espaço é meu, de pensamento, de profundezas, de intimidade ~ com eu sempre gosto de usar: MEU INFINITO PARTICULAR mora aqui ~ - eu não acredito que trocar a indústria da carne animal pela indústria da carne vegetal vá surtir algum efeito super topzera de equilíbrio ambiental e meu lance é muito mais de equilíbrio ambiental do que de sofrimento do bicho - vide o que escrevi aí pra cima tudo. Voltando a questão da INDÚSTRIA. Man, eu odeio a indústria rsrsrs
E trocar o pasto pela plantação devastadora, trocar o consumo de carne por transgênico... sei lá né?
Me parece meio incoerente vc cagar pra tua saúde, comer transgênico adoidado (soja, milho) porque tá com dó do bicho. Tipo, se mata mas não mata o bicho. E vem aquele pessoal, que fala: aaah mas vc mima um e mata o outro - filhão, como vc acha que a tua plantação de carne de soja se fez? Teve desmatamento não? Teve bicho morto pra dar lugar pra ela não? Eu mimo um, mimo o que vou comer e vejo o desmatamento de vegetação natural, lares de bichos, sendo destruídos por conta de pasto e por conta de soja e aí? É a era da incoerência, da hipocrisia, da cegueira seletiva, bebê!
Então, eu acho menos hipócrita a tal da agricultura, agropecuária familiar. Mais digno, mais puro, mais honesto e menos impactante. Seria meu sonho.
Nada de desperdício. Nada de devastação. Nada de exagero. Nada de agrotóxico. Nada de transgênico. Seria lindo!
terça-feira, 22 de agosto de 2017
Um ensaio sobre vulgaridade e exposição
As vezes a cabeça feminista com um pezinho no machismo ainda buga...
E as vezes a militância também faz a gente pensar muito unilateralmente.
Aí quando surge, aparentemente, um conflito de ideias no campo machismo-feminismo-comportamental-opinativo rsrsrs eu bugo mais ainda e fico congelada nessa ideia tentando encontrar um meio termo, um viés harmônico, estabelecer um ok, nessa complexidade.
A tal da complexidade me faz muito bem sempre que tenho um conflito de ideias - ora de conformidade, ora de ampliação de tolerâncias... ela sempre me lembra que sim, podem existir outras visões e o antagonismo pode sim complementar.
Muita gente sabe que eu tenho um problema sério com pornografia. Acho ecah mesmo.
Li vários textos, tem um TEDx muito bom a este respeito e como pornografia = consumo... e como o consumismo é algo que eu abomino, então aí me aceitei. rs
Existe aquela coisa do feminismo, de não julgar a guria do filme pornô e realmente isso eu não faço e nem acho que cabe a mim. A guria está lá fazendo o que ela quer com o corpo dela, muitas vezes sendo submetida a humilhações e ritmo de máquina mas... é a forma dela ganhar grana pra VIVER ou até pra SOBREVIVER... eu não acho a pornografia necessária. Acho a pornografia prejudicial.
Acho a exposição do corpo, de maneira chula ou simplesmente pra causar impacto, chocar ou sexualizar o corpo gratuitamente uma forma de usar o corpo para consumo.
Não gosto da banalização do corpo, da nudez banalizada. Simplesmente não acho que exibir trocentos corpos vai naturalizar a visão de uma pessoa com o próprio corpo, saca?
A Anitta lançou um clipe - outro clipe em que a sensualização (para mim) vai para além do over.
Mano, no clipe anterior ela sensualizava com uma geladeira de supermercado! Tipo... se isso não é pra vender a porra do clipe dela e para fazer as pessoas consumirem isso, sinceramente, não sei pra que ela faz isso.
Agora ela tá de biquini de fita isolante. Nem vi ainda. Só vejo várias matérias falando sobre isso.
Gurias que dizem que isso é vulgar, automaticamente são julgadas: se fosse homem fazendo isso, vc n acharia vulgar. O corpo da mulher exposto é vulgar. Chamar isso de vulgar é diminuir a mulher...
Cara, que porre essas discussões em que todo mundo tem uma opinião formada sobre o tema e sobre a opinião formada sobre o tema! Que louco esse mundo, credo!
Definitivamente eu sou mais ligada ao Sagrado. A delícia da sensualidade e da sedução do corpo - escondido ou nu, bem fotografado, acho ok. Não gosto da EXPLORAÇÃO do corpo. E da exploração do corpo para vender, criar consumo. Isso não.
Então assim, eu acho vulgar tudo aquilo que se entrega a exploração. Caso daquela marca de coisas de aço lá: a modelo está fazendo o seu trabalho e não a julgo pois ela precisa trabalhar. Julgo a marca pela exploração que nada tem a ver com o produto vendido. E julgo a campanha como vulgar sim pois explora o corpo da modelo, entende? são coisas diferentes.
A Anitta foi vulgar? A modelo da marca lá foi vulgar? A Aline Riscado - Vem verão, vai verão é vulgar? Olha, ao meu ver, naquelas campanhas publicitárias (lembra que publicidade = venda = exploração) são vulgares. Do mesmo jeito que há demanda de consumo para este tipo de coisa, há oferta de corpos para este tipo de campanha.
Acontece que, uma modelo não tem assim tamanha autonomia para escolher que peças vai estrelar, certo? Ela meio que é 'empregada', 'prestadora de serviço', ela serve a uma indústria. E o corpo é o material de trabalho dela.
Agora, a Anitta??? Ela não é empregada nem prestadora de serviço e a indústria que ela serve é a fonográfica, né? Enfim... esse tipo de coisa buga minha cabeça!
Posso julgar outras mulheres? não.
Fossem caras vc teria a mesma opinião? sim.
Acho desnecessário. Nada empoderador não. Acho banalização. Escracho.
E as vezes a militância também faz a gente pensar muito unilateralmente.
Aí quando surge, aparentemente, um conflito de ideias no campo machismo-feminismo-comportamental-opinativo rsrsrs eu bugo mais ainda e fico congelada nessa ideia tentando encontrar um meio termo, um viés harmônico, estabelecer um ok, nessa complexidade.
A tal da complexidade me faz muito bem sempre que tenho um conflito de ideias - ora de conformidade, ora de ampliação de tolerâncias... ela sempre me lembra que sim, podem existir outras visões e o antagonismo pode sim complementar.
Muita gente sabe que eu tenho um problema sério com pornografia. Acho ecah mesmo.
Li vários textos, tem um TEDx muito bom a este respeito e como pornografia = consumo... e como o consumismo é algo que eu abomino, então aí me aceitei. rs
Existe aquela coisa do feminismo, de não julgar a guria do filme pornô e realmente isso eu não faço e nem acho que cabe a mim. A guria está lá fazendo o que ela quer com o corpo dela, muitas vezes sendo submetida a humilhações e ritmo de máquina mas... é a forma dela ganhar grana pra VIVER ou até pra SOBREVIVER... eu não acho a pornografia necessária. Acho a pornografia prejudicial.
Acho a exposição do corpo, de maneira chula ou simplesmente pra causar impacto, chocar ou sexualizar o corpo gratuitamente uma forma de usar o corpo para consumo.
Não gosto da banalização do corpo, da nudez banalizada. Simplesmente não acho que exibir trocentos corpos vai naturalizar a visão de uma pessoa com o próprio corpo, saca?
A Anitta lançou um clipe - outro clipe em que a sensualização (para mim) vai para além do over.
Mano, no clipe anterior ela sensualizava com uma geladeira de supermercado! Tipo... se isso não é pra vender a porra do clipe dela e para fazer as pessoas consumirem isso, sinceramente, não sei pra que ela faz isso.
Agora ela tá de biquini de fita isolante. Nem vi ainda. Só vejo várias matérias falando sobre isso.
Gurias que dizem que isso é vulgar, automaticamente são julgadas: se fosse homem fazendo isso, vc n acharia vulgar. O corpo da mulher exposto é vulgar. Chamar isso de vulgar é diminuir a mulher...
Cara, que porre essas discussões em que todo mundo tem uma opinião formada sobre o tema e sobre a opinião formada sobre o tema! Que louco esse mundo, credo!
Definitivamente eu sou mais ligada ao Sagrado. A delícia da sensualidade e da sedução do corpo - escondido ou nu, bem fotografado, acho ok. Não gosto da EXPLORAÇÃO do corpo. E da exploração do corpo para vender, criar consumo. Isso não.
Então assim, eu acho vulgar tudo aquilo que se entrega a exploração. Caso daquela marca de coisas de aço lá: a modelo está fazendo o seu trabalho e não a julgo pois ela precisa trabalhar. Julgo a marca pela exploração que nada tem a ver com o produto vendido. E julgo a campanha como vulgar sim pois explora o corpo da modelo, entende? são coisas diferentes.
A Anitta foi vulgar? A modelo da marca lá foi vulgar? A Aline Riscado - Vem verão, vai verão é vulgar? Olha, ao meu ver, naquelas campanhas publicitárias (lembra que publicidade = venda = exploração) são vulgares. Do mesmo jeito que há demanda de consumo para este tipo de coisa, há oferta de corpos para este tipo de campanha.
Acontece que, uma modelo não tem assim tamanha autonomia para escolher que peças vai estrelar, certo? Ela meio que é 'empregada', 'prestadora de serviço', ela serve a uma indústria. E o corpo é o material de trabalho dela.
Agora, a Anitta??? Ela não é empregada nem prestadora de serviço e a indústria que ela serve é a fonográfica, né? Enfim... esse tipo de coisa buga minha cabeça!
Posso julgar outras mulheres? não.
Fossem caras vc teria a mesma opinião? sim.
Acho desnecessário. Nada empoderador não. Acho banalização. Escracho.
segunda-feira, 21 de agosto de 2017
chato
Quando uma mulher resolve abrir a real sobre o relacionamento abusivo que viveu, jamais ela está querendo se passar por vítima! E isso nem faz muito sentido pois, que glamour a pessoa leva ao se expor e ser subjugada - porque é, porque vai ser - cutucar uma ferida assim...
A gente grita os abusos sofridos porque sabe o quão difícil é percebê-los numa relação e o quão sufocante a relação se torna. A gente grita porque a gente sabe o lugar da mulher nessa situação e porque a gente sabe que tem muita gente na mesma situação que a gente esteve e sente por obrigação dizer: tá tudo bem, tem alguém aqui com uma história parecida com a tua, de repente te ajuda a refletir, te ajuda a ver por outro ponto de vista, de repente te alerta pra que isso não aconteça com você.
Foda é ver alguém que você ama numa situação assim, de abuso, porém diferente da tua. Diferente do que estão falando por aí. Diferente do que passa na novela...
Relações abusivas podem acontecer em todo e qualquer tipo de relação: no trabalho, em casa, de pai pra filho, de marido e mulher, de líder para com servo... não necessariamente cumpre o papel clássico de domínio e dominador = homem sobre a mulher. As relações de poder, de hierarquia são perigosas pois, ultrapassando uma linha tênue a hierarquia se torna domínio.
E sinceramente, dói muito não saber o que fazer. Vejo minha irmã. A relação de abuso ali, não é necessariamente do meu cunhado sobre ela. Mas é uma relação de domínio - religioso, ao qual eles dois se prenderam e a vida vai passando, as obrigações e trocas com o mundo além da igreja ficam de lado
A gente grita os abusos sofridos porque sabe o quão difícil é percebê-los numa relação e o quão sufocante a relação se torna. A gente grita porque a gente sabe o lugar da mulher nessa situação e porque a gente sabe que tem muita gente na mesma situação que a gente esteve e sente por obrigação dizer: tá tudo bem, tem alguém aqui com uma história parecida com a tua, de repente te ajuda a refletir, te ajuda a ver por outro ponto de vista, de repente te alerta pra que isso não aconteça com você.
Foda é ver alguém que você ama numa situação assim, de abuso, porém diferente da tua. Diferente do que estão falando por aí. Diferente do que passa na novela...
Relações abusivas podem acontecer em todo e qualquer tipo de relação: no trabalho, em casa, de pai pra filho, de marido e mulher, de líder para com servo... não necessariamente cumpre o papel clássico de domínio e dominador = homem sobre a mulher. As relações de poder, de hierarquia são perigosas pois, ultrapassando uma linha tênue a hierarquia se torna domínio.
E sinceramente, dói muito não saber o que fazer. Vejo minha irmã. A relação de abuso ali, não é necessariamente do meu cunhado sobre ela. Mas é uma relação de domínio - religioso, ao qual eles dois se prenderam e a vida vai passando, as obrigações e trocas com o mundo além da igreja ficam de lado
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Ói eu aqui traveiz!
Laiá, laiá, laiá...
Sabe, eu trafego por dois mundos bem distintos: a perifa e a classe mé(r)d(i)a. E é muito louco ver as diferenças...
Hoje Facebook me trouxe Milton Santos e eu preciso parar de olhar as diferenças... E sim o que nos aproxima... prometo que vou tentar. Prometo que vou tentar ser ponte! =)
Do lado perifa, fico bem feliz quando vejo iniciativas que visam integrar a sociedade. Isso é bem bacana. O que a perifa precisa, ao meu ver - e de simplismo puro porque quero ser sintética e não problematizar, entrando por vieses mais complexos - é de união e emancipação. E isso é difícil pra caraaaaleo! Como emancipar uma massa que nasce, cresce, vive e morre dependente de outra classe? Depende dessa outra classe para ter acesso a itens fundamentais a essa emancipação, como cultura, educação, saúde, saneamento, emprego, transporte, lazer, segurança... Tudo isso, ou parte da iniciativa privada ou das governanças ~ se atentem, por gentileza que o texto é corrido assim como as ideias e a construção pode perder a linha as vezes, afinal, é construção imediata de pensamento: pode conter situações que se contradizem ~ e daí entramos num paradoxo muito louco de criar emancipação/desvínculo/independência das classes altas a partir da entrega desses equipamentos pelas classes altas! rs
Mas isso se faz muito pela imitação também. Pela repetição de comportamentos aprendidos lá, em momentos que essas classes se aproximam: em espaços comuns de convivência. Empregos. Mercados, etc.
O problema é que, a imitação é tão prejudicial quanto a decoreba pois é rasa e mecânica. Logo, as imitações se tornam clichês como repetições de frases do tipo 'bandido bom é bandido morto', 'se estivesse trabalhando/estudando/em casa não teria acontecido', se repetem opiniões políticas rasas, se repetem gostos e modismos estimulados pelo consumismo como maneira de se impor como celulares de última geração, carros potentes, rebaixados, com som ultra-mega-potatos, Nikes, Apples e Samsungs, Starbucks, McDonald's, Playstations... e pouco se evolui dessa ação mecânica e superficial. Mantém-se a submissão e até a omissão. Em casos piores se transforma em negação. Daí a pessoa nega a periferia em que vive, se omite dos problemas, se omite dos problemas que ela mesma enfrenta por não se identificar mais com essa realidade. E também não consegue se manter no mundo artificial que ela cria... Louco né? Identidade é tudo!
Nem precisa dizer que grande parte dessa falta de recursos e desse consumismo estimulado são algumas das chaves para se criar e perpetuar a violência na perifa, né?
Depois eu volto com a parte da Classe Mé(r)d(i)a... Porque precisa organizar um cadim azideia né? rs
Sabe, eu trafego por dois mundos bem distintos: a perifa e a classe mé(r)d(i)a. E é muito louco ver as diferenças...
Hoje Facebook me trouxe Milton Santos e eu preciso parar de olhar as diferenças... E sim o que nos aproxima... prometo que vou tentar. Prometo que vou tentar ser ponte! =)
Do lado perifa, fico bem feliz quando vejo iniciativas que visam integrar a sociedade. Isso é bem bacana. O que a perifa precisa, ao meu ver - e de simplismo puro porque quero ser sintética e não problematizar, entrando por vieses mais complexos - é de união e emancipação. E isso é difícil pra caraaaaleo! Como emancipar uma massa que nasce, cresce, vive e morre dependente de outra classe? Depende dessa outra classe para ter acesso a itens fundamentais a essa emancipação, como cultura, educação, saúde, saneamento, emprego, transporte, lazer, segurança... Tudo isso, ou parte da iniciativa privada ou das governanças ~ se atentem, por gentileza que o texto é corrido assim como as ideias e a construção pode perder a linha as vezes, afinal, é construção imediata de pensamento: pode conter situações que se contradizem ~ e daí entramos num paradoxo muito louco de criar emancipação/desvínculo/independência das classes altas a partir da entrega desses equipamentos pelas classes altas! rs
Mas isso se faz muito pela imitação também. Pela repetição de comportamentos aprendidos lá, em momentos que essas classes se aproximam: em espaços comuns de convivência. Empregos. Mercados, etc.
O problema é que, a imitação é tão prejudicial quanto a decoreba pois é rasa e mecânica. Logo, as imitações se tornam clichês como repetições de frases do tipo 'bandido bom é bandido morto', 'se estivesse trabalhando/estudando/em casa não teria acontecido', se repetem opiniões políticas rasas, se repetem gostos e modismos estimulados pelo consumismo como maneira de se impor como celulares de última geração, carros potentes, rebaixados, com som ultra-mega-potatos, Nikes, Apples e Samsungs, Starbucks, McDonald's, Playstations... e pouco se evolui dessa ação mecânica e superficial. Mantém-se a submissão e até a omissão. Em casos piores se transforma em negação. Daí a pessoa nega a periferia em que vive, se omite dos problemas, se omite dos problemas que ela mesma enfrenta por não se identificar mais com essa realidade. E também não consegue se manter no mundo artificial que ela cria... Louco né? Identidade é tudo!
Nem precisa dizer que grande parte dessa falta de recursos e desse consumismo estimulado são algumas das chaves para se criar e perpetuar a violência na perifa, né?
Depois eu volto com a parte da Classe Mé(r)d(i)a... Porque precisa organizar um cadim azideia né? rs
Up and Down
Um dos maiores momentos da minha vida foi quando entrei na USP!
Serviu pra eu dar um tapa na cara da sociedade e na minha cara também. Mostrou que sim, eu ainda era capaz de algo! Sim, eu estava traçando o caminho das pedras que eu, muito depois, descobriria que era mesmo o que eu queria pra vida...
Foi o momento de dar aquela levantada na auto-estima e foi lindo... conheci pessoas lindas, sonhos lindos, "gente fina, elegante e sincera com habilidade pra dizer mais sim do que não", sonhadora e com bondade no coração! Tanta coisa inspirava... a faculdade fazia a gente sonhar alto, dava impulso e mostrava que muitas coisas seriam possíveis sim! Momento de acolhida ali!
Mas foi ali também que vivi alguns dos piores momentos na vida sim.
Acho e acredito que seja o equilíbrio da coisa - quanto mais alto o degrau, maior é a queda né?
Enfim... eu tava com tudo ali na mão: futuro, passado, presente se unindo pra ficar tudo lindo e grandioso!
Daí veio a queda. E foi foda. E doeu. Sabe aquela expressão: se cair, do chão não passa? Pois é. Meu chão se abriu e foi além...
E a partir daí muita coisa foi aprendizado... Acho que quero ser professora. E da USP uma coisa que eu pretendo levar pra sala de aula um dia é: vc n faz a menor ideia do que se passa na vida da outra pessoa e vc como professora não pode julgar, hostilizar ou maltratar algum aluno. Independente de idade, tamanho, experiência, o professor se sobrepõe aos alunos em sala de aula e, quando um professor, da tua autoridade, hostiliza um aluno... Olha, isso marca tá!
Fora da USP eu não sabia bem o que eu tinha mas sabia que não estava no meu 'estado normal'.
Eu sentia dores e sentia minhas articulações enrijecerem - era horrível e entrava em pânico com isso.
Como eu sempre, desde que me entendo por gente, tive dores horríveis nos joelhos, sem causa nenhuma aparente - os médicos diziam que era 'dor do crescimento' e isso deve ser verdade porque eu sou hoje uma girafa de um metro e cinquenta e seis centímetros de altura - sem nenhum tratamento, só o de choque mesmo porque até a adolescência, eu só corria, pulava, nadava, praticava esportes... enfim, desgastei o pouco de joelho que eu tinha/tenho/tive.
Como eu resumi esse texto num post de Facebook, nem vou terminar aqui, afinal, minha Penseira já tem essa memória depositada cá.
E a cabeça aliviou desse conflito. Segue o baile! =D
Serviu pra eu dar um tapa na cara da sociedade e na minha cara também. Mostrou que sim, eu ainda era capaz de algo! Sim, eu estava traçando o caminho das pedras que eu, muito depois, descobriria que era mesmo o que eu queria pra vida...
Foi o momento de dar aquela levantada na auto-estima e foi lindo... conheci pessoas lindas, sonhos lindos, "gente fina, elegante e sincera com habilidade pra dizer mais sim do que não", sonhadora e com bondade no coração! Tanta coisa inspirava... a faculdade fazia a gente sonhar alto, dava impulso e mostrava que muitas coisas seriam possíveis sim! Momento de acolhida ali!
Mas foi ali também que vivi alguns dos piores momentos na vida sim.
Acho e acredito que seja o equilíbrio da coisa - quanto mais alto o degrau, maior é a queda né?
Enfim... eu tava com tudo ali na mão: futuro, passado, presente se unindo pra ficar tudo lindo e grandioso!
Daí veio a queda. E foi foda. E doeu. Sabe aquela expressão: se cair, do chão não passa? Pois é. Meu chão se abriu e foi além...
E a partir daí muita coisa foi aprendizado... Acho que quero ser professora. E da USP uma coisa que eu pretendo levar pra sala de aula um dia é: vc n faz a menor ideia do que se passa na vida da outra pessoa e vc como professora não pode julgar, hostilizar ou maltratar algum aluno. Independente de idade, tamanho, experiência, o professor se sobrepõe aos alunos em sala de aula e, quando um professor, da tua autoridade, hostiliza um aluno... Olha, isso marca tá!
Fora da USP eu não sabia bem o que eu tinha mas sabia que não estava no meu 'estado normal'.
Eu sentia dores e sentia minhas articulações enrijecerem - era horrível e entrava em pânico com isso.
Como eu sempre, desde que me entendo por gente, tive dores horríveis nos joelhos, sem causa nenhuma aparente - os médicos diziam que era 'dor do crescimento' e isso deve ser verdade porque eu sou hoje uma girafa de um metro e cinquenta e seis centímetros de altura - sem nenhum tratamento, só o de choque mesmo porque até a adolescência, eu só corria, pulava, nadava, praticava esportes... enfim, desgastei o pouco de joelho que eu tinha/tenho/tive.
Como eu resumi esse texto num post de Facebook, nem vou terminar aqui, afinal, minha Penseira já tem essa memória depositada cá.
E a cabeça aliviou desse conflito. Segue o baile! =D
segunda-feira, 29 de maio de 2017
Que vc me adora! Que me acha fodaaa...
Hoje acordei só o pó! Destruída! Por eventos pessoais que ainda não consegui assimilar e por isso não vou esboçar por aqui...
Por outro lado, outras coisas dão razão a essa vida! Tipo, estou conversando com uma garota da cidade que eu morava. Já disse lá que as pessoas de lá são meio vazias. É um preconceito, hoje vejo. Porque tem gente boníssima lá sim. Tem gente que não é tão fútil e eu achava que era... Aquela coisa do desconhecido. Mas quando vc se permite, é uma delícia se maravilhar e se encher de esperança! Ainda há esperança!!!
Agora, me veio um pensamento sobre outra questão não resolvida da vida...
Sabe, eu sei que vc me odeia. E consigo enxergar claramente teus motivos...
Mas consigo antes disso enxergar os meus - do não te odiar te odiando também! rs
Não foi fácil lidar com essa situação... primeiro não parecia jamais ser possível ou real! E já disse aqui os motivos disso: distâncias sociais, quilométricas, cronológicas! Daí vc vem e me surpreende pra caramba! Me surpreendi até mesmo com o tanto que vc se mostrou surpreendido! Mas guri, pera! Vc sabe muito bem como eu sofri de amores passados... Eu sou uma idiota romântica! rs
E vc foi me falando dos teus planos e eu me perdendo de encanto... Cara, vc tinha planos de vir pra SP! Vc disse! Vc disse que podia fazer isso! Eu fiquei esperando isso acontecer mas vc é de aquário né? rsrsrs e sorte minha que isso deu uma segurada! Porque eu sabia que vc é volúvel - volúvel e não leviano, ok? - vc fala SP, França, Alemanha, Rio com a facilidade como eu digo Capão, Jd. Angela, Ibirapuera e Perdizes! rsrsrs eu não podia me deixar levar!
E até hoje penso... Será que esse lance de SP n rolou pq eu também não virei um 'motivo' pra ele virar? Eu me precipitei, eu sei. Fui leviana. Mas eu tinha que escolher e por aqui estava tudo bem. Estou bem. Estou ótima no quesito amores e paixões! Talvez até melhor do que se estivesse com vc.
Mas cara, essa tua frieza tá me matando! A gente se dava tão bem! E os orgasmos intelectuais! *-*
Só vc me fazia sentir assim! Só vc me iluminava assim! E agora vc tb tá chato, na boa!
Alguma soberba passou por aí e ficou... E aí eu penso: será que vc ficou amargo?
Mas seria muita ousadia e soberba e prepotência da minha parte me dar tamanha importância na tua vida né? Por mim, vc ficaria assim? Claro que não.
Mas vc simplesmente sumiu.
Vc pode estar chateado, revoltado, o que for... mas vc tá fazendo falta, caceti!
Entenda o meu lado! Eu sou carente! Eu sou de gêmeos! Eu amo todo mundo! E a vida me fez insegura de amores - pohan vc sabe disso pra caramba sobre mim!
Se não parecia sério, se estava longe, se não tinha planos sólidos pra cá... Como eu poderia me entregar de cabeça a isso? E vc ainda foi pra França depois! Como vc queria q eu ficasse aqui, com vc no Rio ou pior, vc na França?! Não seria bom pra gente. Não seria saudável. Seria tiro no pé. Eu me conheço. E eu estragaria isso.
Agora nossa relação tá meio Sibéria né?
E eu queria ser tua amiga ainda. E se um dia, acontecer de vingar... não vai ser agora mas se acontecer deu estar sozinha, vc estar sozinho e a gente pode juntar? rs - música brega do Peninha sim porque me identifico!
Bom, eu estou bem. Estou amando. Espero que vc esteja bem. Pro meu ego, faz bem isso de vc me ignorar e tal - parece que sou importante a ponto de vc querer evitar - mas ainda me mantém na sua rede social... Melhor pensar assim do que pensar que tipo, foda-se! Nem te leio, nem te gosto, nem me lembro q vc existe! Que vc lembra sim, que eu sei!
Se isso que estou vivendo não der certo e vc estiver por aí... acho que não vai fazer sentindo nenhum não ficarmos juntos. =)
Mas não me deixa insegura de novo! Que eu posso jogar tudo pro alto e não fazer acontecer pra gente. E a culpa vai sempre ser sua! =P
Por outro lado, outras coisas dão razão a essa vida! Tipo, estou conversando com uma garota da cidade que eu morava. Já disse lá que as pessoas de lá são meio vazias. É um preconceito, hoje vejo. Porque tem gente boníssima lá sim. Tem gente que não é tão fútil e eu achava que era... Aquela coisa do desconhecido. Mas quando vc se permite, é uma delícia se maravilhar e se encher de esperança! Ainda há esperança!!!
Agora, me veio um pensamento sobre outra questão não resolvida da vida...
Sabe, eu sei que vc me odeia. E consigo enxergar claramente teus motivos...
Mas consigo antes disso enxergar os meus - do não te odiar te odiando também! rs
Não foi fácil lidar com essa situação... primeiro não parecia jamais ser possível ou real! E já disse aqui os motivos disso: distâncias sociais, quilométricas, cronológicas! Daí vc vem e me surpreende pra caramba! Me surpreendi até mesmo com o tanto que vc se mostrou surpreendido! Mas guri, pera! Vc sabe muito bem como eu sofri de amores passados... Eu sou uma idiota romântica! rs
E vc foi me falando dos teus planos e eu me perdendo de encanto... Cara, vc tinha planos de vir pra SP! Vc disse! Vc disse que podia fazer isso! Eu fiquei esperando isso acontecer mas vc é de aquário né? rsrsrs e sorte minha que isso deu uma segurada! Porque eu sabia que vc é volúvel - volúvel e não leviano, ok? - vc fala SP, França, Alemanha, Rio com a facilidade como eu digo Capão, Jd. Angela, Ibirapuera e Perdizes! rsrsrs eu não podia me deixar levar!
E até hoje penso... Será que esse lance de SP n rolou pq eu também não virei um 'motivo' pra ele virar? Eu me precipitei, eu sei. Fui leviana. Mas eu tinha que escolher e por aqui estava tudo bem. Estou bem. Estou ótima no quesito amores e paixões! Talvez até melhor do que se estivesse com vc.
Mas cara, essa tua frieza tá me matando! A gente se dava tão bem! E os orgasmos intelectuais! *-*
Só vc me fazia sentir assim! Só vc me iluminava assim! E agora vc tb tá chato, na boa!
Alguma soberba passou por aí e ficou... E aí eu penso: será que vc ficou amargo?
Mas seria muita ousadia e soberba e prepotência da minha parte me dar tamanha importância na tua vida né? Por mim, vc ficaria assim? Claro que não.
Mas vc simplesmente sumiu.
Vc pode estar chateado, revoltado, o que for... mas vc tá fazendo falta, caceti!
Entenda o meu lado! Eu sou carente! Eu sou de gêmeos! Eu amo todo mundo! E a vida me fez insegura de amores - pohan vc sabe disso pra caramba sobre mim!
Se não parecia sério, se estava longe, se não tinha planos sólidos pra cá... Como eu poderia me entregar de cabeça a isso? E vc ainda foi pra França depois! Como vc queria q eu ficasse aqui, com vc no Rio ou pior, vc na França?! Não seria bom pra gente. Não seria saudável. Seria tiro no pé. Eu me conheço. E eu estragaria isso.
Agora nossa relação tá meio Sibéria né?
E eu queria ser tua amiga ainda. E se um dia, acontecer de vingar... não vai ser agora mas se acontecer deu estar sozinha, vc estar sozinho e a gente pode juntar? rs - música brega do Peninha sim porque me identifico!
Bom, eu estou bem. Estou amando. Espero que vc esteja bem. Pro meu ego, faz bem isso de vc me ignorar e tal - parece que sou importante a ponto de vc querer evitar - mas ainda me mantém na sua rede social... Melhor pensar assim do que pensar que tipo, foda-se! Nem te leio, nem te gosto, nem me lembro q vc existe! Que vc lembra sim, que eu sei!
Se isso que estou vivendo não der certo e vc estiver por aí... acho que não vai fazer sentindo nenhum não ficarmos juntos. =)
Mas não me deixa insegura de novo! Que eu posso jogar tudo pro alto e não fazer acontecer pra gente. E a culpa vai sempre ser sua! =P
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